Porque contratar um arquitecto?

Acha que não vala a pena investir na Arquitectura nos tempos que correm ?

Vivemos em tempos conturbados. A arquitectura e construção têm passado por grandes dificuldades nos ultimos anos.. Os cidadãos portugueses ouvem diariamente falar em crise e temem muitas vezes investir no seu futuro no que diz respeito à possibilidade de construir a sua própria moradia, fazer obras de ampliação, adquirir um espaço para constituir um negócio comercial ...  A maior parte das vezes o papel do Arquitecto não é algo que esteja clarificado nas pessoas. Para além disso, existe cada vez mais a ideia de que fazer uma obra é algo que só está ao alcance de determinada classe social devido aos supostos “custos elevados”. Ora a Arquitectura e a Construção tiveram igualmente de se adaptar aos contornos da crise e dos tempos que vivemos. Na verdade o papel e desafio do arquitecto passa muito por conceber a solução ideal para o seu cliente e que não passa obrigatoriamente por projectar um edidício com uma solução de difícil execução em obra, com materiais caros ou com demasiada ênfase na estética. O Arquitecto adquira formação ao  longo da sua carreira para poder apresentar ao seu cliente a solução que melhor lhe satisfaz em todas as vertentes (custos de obra, custos de manutenção, funcionalidade dos espaços, aproveitamento das energias renováveis, bem-estar duradouro e conforto ambiental, estética e beleza da arquitectura em si).Porque sim, é possível conjungar no mesmo projecto todo um conjunto de características com o intuito de se chegar a um equilíbrio extraordinário no que diz respeito à sua construção nova ou remodelação do seu espaço. A minha tarefa principal como Arquitecto é fazê-lo poupar dinheiro através da concepção de um projecto bem concebido e auto-suficiente que lhe proporcionará custos de construção e manutenção menores com especial preocupação nas suas pretensões e desejos.


Sabia que é possível construir uma moradia nova e moderna a baixo custo ?

Como já percebeu o papel do arquitecto passa muito por optimizar todos os recursos à sua disposição para criar com criatividade e arte a melhor solução para si, qualquer que seja o projecto que pretende. No caso de construções novas e modernas o desafio é sempre imenso devido à quantidade de intervenções possíveis, soluções construtivas e sistemas de sustentabilidade/conforto ambiental existentes. Devido a isso existem hoje em dia e cada vez mais condições para se fazer um exercício aprofundado de estudo de quais são as melhores opções a tomar para uma determinada construção nas vertentes económica, construtiva, funcional, sustentável e estética. Todas estas decisões inflenciam directamente a obra a realizar pois é partindo de um bom projecto bem delineado que se pode chegar a um produto final de qualidade. Décadas de construção trouxeram à tona de que os problemas graves que surgem em obra se devem fundamentalmente a omissões e situações mal estudadas em fase de projecto.Mais uma vez a minha função como arquitecto é coordenar todo as caracterísiticas essenciais durante o processo de projecto não só da Arquitectura, bem como de todas as especialidades de Engenharia (Águas/Esgotos, Electricidade, Gás, Comportamento Térmico, Acústico, Segurança contra Incêndios, Ventilação, Ar Condicionado), bem como o trabalho do Arquitecto Pasaigista.No caso das moradias modernas muito em foco hoje em dia, muitos poderão pensar, tal como referido no artigo anterior, que é algo que não está ao alcance de todos. É aqui que surge um conceito em largo crescimento : a Arquitectura de Baixo Custo. Falamos claro de executar em obra uma solução preconizada num projecto de arquitectura com soluções económicas e sustentáveis : uso de materiais modernos, recicláveis e ecológicos, métodos de contrução com eficácia e rápida execução , soluções que contribuem para o conforto térmico e ambiental não só ao longo do ano bem como ao longo do ciclo de vida da contrução. Tudo isto sem esquecer o uso de materiais e ideias que vão ao encontro das pretensões do cliente. Tal postura fá-lo-á poupar dinheiro em obra e futuramente ao longo do ciclo de vida  da mesma (ver artigo seguinte).Por fim acho importante referir que Arquitetura de Baixo Custo não é sinónimo de arquitectura pobre, problemática ou mal planeada. Nada se aplica melhor a este conhecimento do que a máxima do Arquitecto Mies Van Der Rohe “Less is More”, ou seja menos é mais, com menos recursos fazer mais e melhor.


Sabia que um edifício bem concebido auto-sustentável também contribua para um custo de manutenção menor ?

Obviamente a minha missão é contribuir para que você se sinta satisfeito não só aquando da conclusão da obra (por obter o projecto dos seus sonhos e consegui-lo a um custo bem menor do que poderia pensar) mas também por ano após ano conseguir aplicar uma manutenção a baixo custo. Este último ponto é essencial. O conceito de arquitectura “low-cost” engloba também a manutenção ao longo do ciclo de vida da sua moradia ou outra tipologia, o que se consegue escolhendo e aplicando as melhores opções nas vertentes sustentáveis e ambientais. Uma das questões importantes nesta matéria é a própria orientação solar. Uma construção virada a sul proporciona raios de luz no inverno que podem contribuir para aquecer os seus espaços nalgumas horas e fazê-lo poupar dinheiro em sistemas de aquecimento. Da mesma forma que se pretende aquecer o interior no inverno através das energias ambientais, no verão o objectivo passa por arrefecer o mesmo espaço através de vários sistemas “naturais” que estão à disposição dos projectistas e construtores. A colocação já obrigatória em moradias novas de painéis solares constitua também uma mais-valia na transformação de energia solar em energia eléctrica para banhos e placas eléctricas. A própria escolha do tipo de paredes interiores pode ter em conta a possibilidade de energia quente gerada na sala por exemplo se espalhar mais facilmente pelas outras divisões. O aproveitamento das águas pluviais traz também grandes benefícios, por exemplo para regas de árvores e plantas no seu jardim ou até para uso do autoclismo nas casas de banho. Também existem sistemas de transformação das águas residuais geradas na sua casa para reaproveitamento para o autoclismo.


Todas estas opções e outras são possíveis hoje em dia e cada vez mais consideradas e aplicadas em novas construções. Para além da vertente económica ao longo do ciclo de vida da construção, a componente ambiental no contexto de saber aproveitar devidamente os recursos do nosso planeta torna-se algo de gratificante na minha óptica.


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